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Aprendi a mentir com os olhos. Além de falsos sorrisos agora carrego comigo miragens no olhar; Escondo de todas essas pessoas medíocres o que não lhes seria compreendido. A visão das pessoas param na máscara que me refugia, quando na verdade, é só uma fortaleza que trago, que faço, para manter em segredo minhas lágrimas de angústia, meus gritos desesperados, meu suicídio reprimido; Por dentro, está tudo oco, tudo trincado. Minhas estruturas já não suportam meus próprios humores, e realmente não sei de onde ainda tiro forças para continuar vagando por ai, sem saber pra onde ir, nem o que esperar. Só vagando, às molduras do preto e branco, embriagado de tristezas, tentando me encontrar.
~ Anndré (PdM), Vida morta, sorriso falso, olhar vazio.  (via prisioneiro-da-morte)

prisioneiro-da-morte:

Ainda bem que nossos sonhos, mesmo que longe da realidade, representam nossas vontades, nossos mais nobres desejos.

    Isso que nos mantem firmes neste mundo podre, —esse mosaico de ilusões; 

    A dor surge, os pesadelos inundam nossos olhos, mas, ainda sim sonhamos, ainda sim vivemos —mesmo que em pensamento—, nossas vidas mortas.”

                  —Anndré Frëak, (Prisioneiro da Morte)

prisioneiro-da-morte:

   ”E eu já bem cansado de vagar sem rumo pela vida, cavei um profundo e escuro buraco e me enterrei; Lá o silêncio se fazia presente, e eu podia ouvir os gritos de minha alma se rasgando dentro de mim. Eu ainda estava vivo. Porém, me via cansado, de sofrer mais do que minhas lágrimas podiam explicar.

    Minhas vistas se ofuscaram, e vida deixou o meu corpo. E somente na absoluta escuridão eu pude ver a tal luz no final do túnel. […]

    E então eu sorri, antes da ultima despedida. Abracei o desfecho de minha história como um eterno recomeço.

    Estar morto, era enfim, me sentir vivo.”

          —Anndré Frëak, (Prisioneiro da Morte)